POEMA RIMADO
Somos a verdade
Vivemos em sociedade
Temos vontade,
Anseios e capacidade
Podemos dividir
Temos o que partir
A sociedade está aí
E não temos para onde ir
Onde está o amor?
Isso não tem valor
Sentimos muita dor,
Desprazer e ardor.
Podemos reclamar?
Não. É só estudar
Temos de trabalhar
E a vida aproveitar.
Clayton Rocha
22/02/07
domingo, 20 de junho de 2010
Este poema é bem bacana
INSÔNIA
Duas horas da manhã
E eu acordado
Levanto-me da cama
E vou até a cozinha
Meu gato se irrita
Vou ao banheiro
E esvazio a bexiga
O rádio está ligado
A janela aberta
O vento gelado
Os olhos abertos
O tempo parado
A realidade está aí
Impetuosa poderosa
Soberana, não me deixa dormir
Um sono tranqüilo
Um noite gostosa
Três horas da “matina”
E eu ainda acordado
A escuridão interna
Lá fora o grilo grita
Grita por socorro
A noite está acabando
Os olhos abertos
A cortina fechada
O vento soprando
Uma brisa gelada
Meu corpo está frio
Sobre a cama em chamas
Todos dormem, sonham
Meu gato ronca
Meus olhos balançam
Não se fecham
A insônia é barata
A vida está fraca
A sede impera
A tempo agora passa
Passa rápido não espera
O sono chegar
A insônia é perversa
De domingo para segunda
Domina até acabar
A noite que acabou de passar
Já está claro
E meus olhos vermelhos
Ardem e o sono chega
Mas tenho de ir agora
Não posso ficar
Estou com sono, mas irei embora
O dia inteiro ficarei sonolento
Fechando os olhos diante do dia
Claro e vivo
Os olhos ignoram
A essência da luz
Insônia chata
Diante de uma proposta barata.
Clayton Rocha®
Duas horas da manhã
E eu acordado
Levanto-me da cama
E vou até a cozinha
Meu gato se irrita
Vou ao banheiro
E esvazio a bexiga
O rádio está ligado
A janela aberta
O vento gelado
Os olhos abertos
O tempo parado
A realidade está aí
Impetuosa poderosa
Soberana, não me deixa dormir
Um sono tranqüilo
Um noite gostosa
Três horas da “matina”
E eu ainda acordado
A escuridão interna
Lá fora o grilo grita
Grita por socorro
A noite está acabando
Os olhos abertos
A cortina fechada
O vento soprando
Uma brisa gelada
Meu corpo está frio
Sobre a cama em chamas
Todos dormem, sonham
Meu gato ronca
Meus olhos balançam
Não se fecham
A insônia é barata
A vida está fraca
A sede impera
A tempo agora passa
Passa rápido não espera
O sono chegar
A insônia é perversa
De domingo para segunda
Domina até acabar
A noite que acabou de passar
Já está claro
E meus olhos vermelhos
Ardem e o sono chega
Mas tenho de ir agora
Não posso ficar
Estou com sono, mas irei embora
O dia inteiro ficarei sonolento
Fechando os olhos diante do dia
Claro e vivo
Os olhos ignoram
A essência da luz
Insônia chata
Diante de uma proposta barata.
Clayton Rocha®
domingo, 6 de dezembro de 2009
PLANOS, SONHOS, ERROS, ACERTOS...
As pessoas planejam
As pessoas discutem
As pessoas aprendem
As pessoas erram
As pessoas sonham
As pessoas pensam
As pessoas imaginam
As pessoas sabem
Sabem que planejar
É discutir.
Sabem que para acertar
É importante errar.
Sabem que sonhar
É a mesma coisa de imaginar.
E que para saber
É necessário pensar.
Clayton Rocha
27/02/07
As pessoas planejam
As pessoas discutem
As pessoas aprendem
As pessoas erram
As pessoas sonham
As pessoas pensam
As pessoas imaginam
As pessoas sabem
Sabem que planejar
É discutir.
Sabem que para acertar
É importante errar.
Sabem que sonhar
É a mesma coisa de imaginar.
E que para saber
É necessário pensar.
Clayton Rocha
27/02/07
sábado, 5 de dezembro de 2009
ESCREVEREI SOBRE O QUÊ?
Há várias coisas que poderia usar
Para mostrar às pessoas comuns
Que devem mudar,
Que devem transformar os conceitos
Sobre comportamento humano e social.
Elas (as pessoas) sabem que esconder
O jogo da vitória sempre dá errado.
Por esse motivo, a voracidade
Das questões burocráticas
Da vida é nula, é vaga.
As possibilidades são especiais,
São aproveitáveis no plano
Sociológico e não moral;
_________________________________________
O que estou escrevendo?
Babaquices talvez...
O jogo das palavras acabou
E não há prorrogação.
Se não houver chances de virada
O resultado é sempre o mesmo:
A subjetividade ganha e esbanja alegria.
A objetividade olha o adversário
E não acredita que perdeu
O espaço de tranquilidade
Que também é a paciência da sociedade.
Há várias coisas que poderia usar
Para mostrar às pessoas comuns
Que devem mudar,
Que devem transformar os conceitos
Sobre comportamento humano e social.
Elas (as pessoas) sabem que esconder
O jogo da vitória sempre dá errado.
Por esse motivo, a voracidade
Das questões burocráticas
Da vida é nula, é vaga.
As possibilidades são especiais,
São aproveitáveis no plano
Sociológico e não moral;
_________________________________________
O que estou escrevendo?
Babaquices talvez...
O jogo das palavras acabou
E não há prorrogação.
Se não houver chances de virada
O resultado é sempre o mesmo:
A subjetividade ganha e esbanja alegria.
A objetividade olha o adversário
E não acredita que perdeu
O espaço de tranquilidade
Que também é a paciência da sociedade.
O ANO PASSOU
Mais um ano se passou
Rápido como um foguete, passou
Pouco tempo no momento, acabou
Um ano inteiro, setenciou
O que passa, passa
Não tem retorno, não volta
Os dias passaram rápido
Oásis sem água é um outro ano
A hora não espera o amanhã chegar
Passa rápido demora retardar
Outro ano virá
Os mesmos dias, as mesmas horas
Não nos deixará
O tempo é uma bola de fogo
Não podemos tocar
Sua superfície é ardente e abstrata
Queima as mãos mas não destrata
Quando a chama apaga, as cinzas sobram
Para contar o que passou
E o ano terminou, acabou
Passou rapidamente que nem sentimos
Outro ano virá
Nossos sonhos renovarão
Trarão à nossa vida
Um momento de pura razão
E o ano é novo
Futuro perigoso
Que devemos administrar
Por isso, os sonhos são concisos
Coerentes e precisos
O ano passou
Uma saudade começou
E terminará
Quando outro ano virá.
Mais um ano se passou
Rápido como um foguete, passou
Pouco tempo no momento, acabou
Um ano inteiro, setenciou
O que passa, passa
Não tem retorno, não volta
Os dias passaram rápido
Oásis sem água é um outro ano
A hora não espera o amanhã chegar
Passa rápido demora retardar
Outro ano virá
Os mesmos dias, as mesmas horas
Não nos deixará
O tempo é uma bola de fogo
Não podemos tocar
Sua superfície é ardente e abstrata
Queima as mãos mas não destrata
Quando a chama apaga, as cinzas sobram
Para contar o que passou
E o ano terminou, acabou
Passou rapidamente que nem sentimos
Outro ano virá
Nossos sonhos renovarão
Trarão à nossa vida
Um momento de pura razão
E o ano é novo
Futuro perigoso
Que devemos administrar
Por isso, os sonhos são concisos
Coerentes e precisos
O ano passou
Uma saudade começou
E terminará
Quando outro ano virá.
Um poema para reflexão...
Que Linda!!!!
Você é a garota mais linda que
Ao meu lado tive o prazer de vê-la.
E digo-te também que não há mais
Olhos tão belos quanto aos seus.
Sua boca provoca-me a um ponto
Estratégico de tê-la: beijando-a.
Seu sorriso me silencia e me convida
A sonhar os mais belos encantos que
A fantasia e a minha vontade de estar junto a ti,
Juntas, podem me proporcionar.
Seus lindos e lisos cabelos convidam-me
A escorregar por todos os tipos de solo
Para somente te encontrar.
Enfim, o seu olhar me faz perceber
Que gosto de você.
Que Linda!!!!
Você é a garota mais linda que
Ao meu lado tive o prazer de vê-la.
E digo-te também que não há mais
Olhos tão belos quanto aos seus.
Sua boca provoca-me a um ponto
Estratégico de tê-la: beijando-a.
Seu sorriso me silencia e me convida
A sonhar os mais belos encantos que
A fantasia e a minha vontade de estar junto a ti,
Juntas, podem me proporcionar.
Seus lindos e lisos cabelos convidam-me
A escorregar por todos os tipos de solo
Para somente te encontrar.
Enfim, o seu olhar me faz perceber
Que gosto de você.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
UM POEMA PARA DISTRAÇÃO!
COMPRAR (Verbo Maldito)
Comprar,
Verbo maldito.
Comprar o quê?
Para quê?
Por quê?
Roupas,
Comida,
Carro.
O que vai comprar?
Como vai pagar?
Quem paga a conta?
Comprar o chinelo
Para o moleque calçar.
Comprar uma flor
Quando a namorada for visitar.
Comprar uma bolsa
Para os objetos guardar.
Comprar livros
Para o aluno estudar.
Ô verbo maldito!!
Comprar óculos
Para o ceguinho ver.
Comprar canetas
Para o poeta escrever.
Comprar juiz
Para conseguir vencer.
Comprar um curso
Para o jovem crescer.
Comprar comida
Para o faminto comer.
Comprar
Verbo maldito!!
Comprar para possuir.
Comprar materiais
Para uma casa construir.
Comprar passagens
Para o avô partir.
Comprar sapatos novos
Para a mocinha sair.
Comprar ingressos
Para se divertir.
Comprar computador
Para o trabalho imprimir.
Comprar tintas
Para dar uma nova cor.
Comprar látex acrílico
Para aplicar no interior
Pagar com quê?
Dinheiro, cartão, cheque.
Para uma sobremesa gostosa
Tem de comprar gelatina sem-sabor.
Ô verbo maldito!!
Comprar.
Não tenho meios
Por isso fico a sonhar.
Clayton Rocha
24/02/03
COMPRAR (Verbo Maldito)
Comprar,
Verbo maldito.
Comprar o quê?
Para quê?
Por quê?
Roupas,
Comida,
Carro.
O que vai comprar?
Como vai pagar?
Quem paga a conta?
Comprar o chinelo
Para o moleque calçar.
Comprar uma flor
Quando a namorada for visitar.
Comprar uma bolsa
Para os objetos guardar.
Comprar livros
Para o aluno estudar.
Ô verbo maldito!!
Comprar óculos
Para o ceguinho ver.
Comprar canetas
Para o poeta escrever.
Comprar juiz
Para conseguir vencer.
Comprar um curso
Para o jovem crescer.
Comprar comida
Para o faminto comer.
Comprar
Verbo maldito!!
Comprar para possuir.
Comprar materiais
Para uma casa construir.
Comprar passagens
Para o avô partir.
Comprar sapatos novos
Para a mocinha sair.
Comprar ingressos
Para se divertir.
Comprar computador
Para o trabalho imprimir.
Comprar tintas
Para dar uma nova cor.
Comprar látex acrílico
Para aplicar no interior
Pagar com quê?
Dinheiro, cartão, cheque.
Para uma sobremesa gostosa
Tem de comprar gelatina sem-sabor.
Ô verbo maldito!!
Comprar.
Não tenho meios
Por isso fico a sonhar.
Clayton Rocha
24/02/03
ATENÇÃO ALUNOS!!!!!
Eis um exemplo de texto dissertativo e, abaixo, algumas orientações. Façam vocês cada um o seu texto e me mande por e-mail, ou simplesmente apresentem-no para mim na aula.
A posição social da mulher de hoje
Ao contrário de algumas teses predominantes até bem pouco tempo, a maioria das
sociedades de hoje já começam a reconhecer a não existência de distinção alguma entre homens e mulheres. Não há diferença de caráter intelectual ou de qualquer outro tipo que permita considerar aqueles superiores a estas.
Com efeito, o passar do tempo está a mostrar a participação ativa das mulheres em inúmeras atividades. Até nas áreas antes exclusivamente masculinas, elas estão presentes, inclusive em posições de comando. Estão no comércio, nas indústrias, predominam no magistério e destacam-se nas artes. No tocante à economia e à política, a cada dia que passa, estão vencendo obstáculos, preconceitos e ocupando mais espaços.
Cabe ressaltar que essa participação não pode nem deve ser analisada apenas pelo prisma quantitativo. Convém observar o progressivo crescimento da participação feminina em detrimento aos muitos anos em que não tinham espaço na sociedade brasileira e mundial.
Muitos preconceitos foram ultrapassados, mas muitos ainda perduram e emperram essa revolução de costumes. A igualdade de oportunidades ainda não se efetivou por completo, sobretudo no mercado de trabalho. Tomando-se por base o crescimento qualitativo da representatividade feminina, é uma questão de tempo a conquista da real equiparação entre os seres humanos, sem distinções de sexo.
Eis um exemplo de texto dissertativo e, abaixo, algumas orientações. Façam vocês cada um o seu texto e me mande por e-mail, ou simplesmente apresentem-no para mim na aula.
A posição social da mulher de hoje
Ao contrário de algumas teses predominantes até bem pouco tempo, a maioria das
sociedades de hoje já começam a reconhecer a não existência de distinção alguma entre homens e mulheres. Não há diferença de caráter intelectual ou de qualquer outro tipo que permita considerar aqueles superiores a estas.
Com efeito, o passar do tempo está a mostrar a participação ativa das mulheres em inúmeras atividades. Até nas áreas antes exclusivamente masculinas, elas estão presentes, inclusive em posições de comando. Estão no comércio, nas indústrias, predominam no magistério e destacam-se nas artes. No tocante à economia e à política, a cada dia que passa, estão vencendo obstáculos, preconceitos e ocupando mais espaços.
Cabe ressaltar que essa participação não pode nem deve ser analisada apenas pelo prisma quantitativo. Convém observar o progressivo crescimento da participação feminina em detrimento aos muitos anos em que não tinham espaço na sociedade brasileira e mundial.
Muitos preconceitos foram ultrapassados, mas muitos ainda perduram e emperram essa revolução de costumes. A igualdade de oportunidades ainda não se efetivou por completo, sobretudo no mercado de trabalho. Tomando-se por base o crescimento qualitativo da representatividade feminina, é uma questão de tempo a conquista da real equiparação entre os seres humanos, sem distinções de sexo.
A linguagem do texto dissertativo
A linguagem neste tipo de texto é denotativa, isto é, preocupada com a informação. Deve ser uma linguagem impessoal e objetiva, com emprego da forma culta e formal da língua. Isto não significa que não se pode usar recursos poéticos, históricos e recursos linguísticos. Todo enriquecimento do texto é importante.
As formas verbais do texto dissertativo
Os tempos verbais dos textos dissertativos argumentativos, ou seja, do mundo comentado, são predominantemente os tempos verbais do presente. No entanto, para dar maior ênfase aos textos, ou até, menor comprometimento, pode-se usar tempos do mundo narrado, ou seja, os do pretérito. A isso é o que se chama de metáfora temporal.
Argumentação nos textos dissertativos
O que se faz num texto dissertativo é explicar o assunto, é discorrer sobre ele, é fazer uma exposição do tema. Até não se deve ter tanta preocupação em persuadir o leitor e sim, passar as informações que se pretende - passar conhecimentos verdadeiros.
Diante do tema, o autor deve se posicionar diante do assunto e, através dos seus argumentos, mostrar o seu conhecimento de mundo com clareza, com domínio da língua, selecionando os conteudos pelos seus valores reais, organizando-os de forma coesa e manter coerência entre os assuntos, os quais serão fechados na conclusão, completando assim, o ponto de vista inicial. Lembrar-se da importância da postura crítica.
São abordadas outras áreas no texto dissertativo?
Sim. Citar fatos históricos, ambientais, artísticos, da atualidade, geográficos, enfim - tudo que possa enriquecer e ilustrar o ponto de vista tomado inicialmente pelo autor.
A linguagem neste tipo de texto é denotativa, isto é, preocupada com a informação. Deve ser uma linguagem impessoal e objetiva, com emprego da forma culta e formal da língua. Isto não significa que não se pode usar recursos poéticos, históricos e recursos linguísticos. Todo enriquecimento do texto é importante.
As formas verbais do texto dissertativo
Os tempos verbais dos textos dissertativos argumentativos, ou seja, do mundo comentado, são predominantemente os tempos verbais do presente. No entanto, para dar maior ênfase aos textos, ou até, menor comprometimento, pode-se usar tempos do mundo narrado, ou seja, os do pretérito. A isso é o que se chama de metáfora temporal.
Argumentação nos textos dissertativos
O que se faz num texto dissertativo é explicar o assunto, é discorrer sobre ele, é fazer uma exposição do tema. Até não se deve ter tanta preocupação em persuadir o leitor e sim, passar as informações que se pretende - passar conhecimentos verdadeiros.
Diante do tema, o autor deve se posicionar diante do assunto e, através dos seus argumentos, mostrar o seu conhecimento de mundo com clareza, com domínio da língua, selecionando os conteudos pelos seus valores reais, organizando-os de forma coesa e manter coerência entre os assuntos, os quais serão fechados na conclusão, completando assim, o ponto de vista inicial. Lembrar-se da importância da postura crítica.
São abordadas outras áreas no texto dissertativo?
Sim. Citar fatos históricos, ambientais, artísticos, da atualidade, geográficos, enfim - tudo que possa enriquecer e ilustrar o ponto de vista tomado inicialmente pelo autor.
O TEXTO DISSERTATIVO É COMPOSTO POR TRÊS PARTES ESSENCIAIS:
- Introdução:
É um bom início de texto que desperta no leitor vontade de continuar a lê-lo. Na introdução é que se define o que será dito, e é nessa parte que o escritor deve mostrar para o leitor que seu texto merece atenção.
O assunto a ser tratado deve ser apresentado de maneira clara, existem assuntos que abrem espaço para definições, citações, perguntas, exposição de ponto de vista oposto, comparações, descrição.
A introdução pode apresentar uma:
- Afirmação geral sobre o assunto
- Consideração do tipo histórico-filosófico
- Citação
- Comparação
- Uma ou mais perguntas
- Narração
- Desenvolvimento:
Na dissertação a persuasão aparece de forma explícita, essa se faz presente no desenvolvimento do texto. É nesse momento que o escritor desenvolve o tema, seja através de argumentação por citação, comprovação ou raciocínio lógico, tomando sua posição a respeito do que está sendo discutido.
O conteúdo do desenvolvimento pode ser organizado de diversas maneiras, dependerá das propostas do texto e das informações disponíveis.
- Conclusão:
A conclusão é a parte final do texto, um resumo forte e breve de tudo o que já foi dito, cabe também a essa parte responder à questão proposta inicialmente, expondo uma avaliação final do assunto.
- Introdução:
É um bom início de texto que desperta no leitor vontade de continuar a lê-lo. Na introdução é que se define o que será dito, e é nessa parte que o escritor deve mostrar para o leitor que seu texto merece atenção.
O assunto a ser tratado deve ser apresentado de maneira clara, existem assuntos que abrem espaço para definições, citações, perguntas, exposição de ponto de vista oposto, comparações, descrição.
A introdução pode apresentar uma:
- Afirmação geral sobre o assunto
- Consideração do tipo histórico-filosófico
- Citação
- Comparação
- Uma ou mais perguntas
- Narração
- Desenvolvimento:
Na dissertação a persuasão aparece de forma explícita, essa se faz presente no desenvolvimento do texto. É nesse momento que o escritor desenvolve o tema, seja através de argumentação por citação, comprovação ou raciocínio lógico, tomando sua posição a respeito do que está sendo discutido.
O conteúdo do desenvolvimento pode ser organizado de diversas maneiras, dependerá das propostas do texto e das informações disponíveis.
- Conclusão:
A conclusão é a parte final do texto, um resumo forte e breve de tudo o que já foi dito, cabe também a essa parte responder à questão proposta inicialmente, expondo uma avaliação final do assunto.
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